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domingo, 24 de dezembro de 2017

Correr é libertador

Iniciar uma mudança alimentar e de atividades físicas nunca é fácil. Mas é preciso dar o primeiro passo. No início, caminhar já era um martírio, mas com o passar do tempo, com a reeducação alimentar, os passos se apressaram e a corrida começou a fazer parte da minha vida.
A ideia era apenas fazer uma atividade física rotineira, mas, aos poucos, a brincadeira tornou-se um vício prazeroso. A corrida de rua passou a fazer da parte da minha vida.
De modo despretensioso, comecei a correr em competições: 4km, 5km e agora 7km, tudo em 2017. Um desafio pessoal, que agora faz parte da rotina. Que me mostrou que ser saudável também pode ser gostoso.
Com esta vivência aprendi que correr é libertador, correr é transpirar, correr é sonhar.

“Se você quiser mudar seu corpo, exercite-se. Se você quiser mudar sua vida, torne-se um corredor.” – Autor desconhecido

Luana Iensen

domingo, 10 de dezembro de 2017

De lavar a alma

Aquela tarde maravilhosa, sol, calor... Porém o tempo é um ser que se governa. As nuvens aparecem rapidamente, os pingos começam, todos correm para se proteger. (Mas é engraçado: sair da piscina para não se molhar na chuva...).
Todos, exceto eu. Que sensação de plenitude fechar os olhos, abrir os braços e sentir aqueles pingos gelados cada vez mais fortes. Pode parecer clichê, mas sim, é aquele banho de lavar a alma, de descarregar a energia negativa do mundo. Por alguns segundos, é como estar em outro plano.
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Como digo, mais do que uma religião em si, o que reina em mim é a espiritualidade. E estar em contato com a natureza é uma das formas mais sinceras da espiritualidade, de estar em paz, de estar com uma luz superior, de colocar os pensamentos no lugar, de deixar as tristezas irem embora. Por isso gosto de abraçar uma árvore, pisar na grama, brincar com pedras, tomar um banho de chuva.
A chuva durou só uns 15 minutos, mas foi mais relaxante que a piscina. Foi um tempo de conexão com a natureza. Necessário e no tempo certo. No tempo de mudanças, no tempo de reflexão, no tempo dos céus.
Meu desejo é de mais liberdade para vocês: chega de censura adulta – curtir a chuva ou ter medo do resfriado? A escolha é sua.

Luana Iensen Gonçalves
Professora e jornalista


domingo, 29 de outubro de 2017

Paixão: realidade ou ficção?

Eu fico muito, mas muito magoado em saber que existem muitas pessoas que tratam uma dama como se fosse um brinquedo e assim que ela ou ele "quebra”, eles trocam por um novo “amor”. Outra coisa a qual fico indignado é em relação de terem meninas que gostam de ser chamadas de ‘cachorra’, ‘vagabunda’, qual o sentido disso? Isso não existe!
Poxa! Sabe uma senhora sabia um dia me disse: “João, não adianta você se intrometer no relacionamento de uma pessoa, pois não há mais o que mudar”. Ela me disse também que se o menino ou a menina gostar do jeito que o namorado (a) seja; babaca, imbecil ou mesmo um ridículo, deixe assim, não há o que mudar. Olha, por exemplo, a Julia, ela namora o Ricardo. Normal, ela gosta dele, não é mesmo? Porém ela não vê que ele não dá a mínima pra ela, e sim prefere estar agarrado outras meninas. Podemos mudar isso? Claro, que não!
Se a pessoa gosta da pessoa como ela é, e quer terminar, aquela pessoa ainda vai sentir falta daquelas coisas que o namorado ou namorada fazia para ela, seja uma piada boba ou quem sabe uma cantada merda.
Eu já desisti de procurar, pois uma hora eu tenho certeza de que eu encontrarei a pessoa certa para mim. Mas por enquanto ajudarei os meus amigos no que precisar.

Márcio, um adolescente romântico e educado assumido em pleno século XXI.
*Este texto é de um aluno meu que me pediu o espaço no blog para contar sobre seus sentimentos, mas, por uma questão de privacidade, todos os nomes são fictícios.

Boa leitura!!

Revisão SIS II - Questões