I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESTUDOS DO LÉXICO
17 a 20 de abril de 2011
UFBA – Salvador
http://www.iciel.ufba.br/
IX Congresso Brasileiro de Lingüística Aplicada
25 a 28 de julho de 2011
Universidade Federal do Rio de Janeiro
http://www.alab.org.br/eventos/ix-cbla
VI SIGET – VI Simpósio Internacional de Estudos dos Gêneros Textuais
15 a 19 de agosto de 2011UFRN
http://www.cchla.ufrn.br/visiget/
Bem-vindos ao blog A língua de Luana! Esse blog atua como um elemento integrador de relacionamento e aprendizagem. Por meio dele, divulgo materiais de interesse à língua portuguesa, ao jornalismo, à literatura, à educação, enfim, temas que me fazem bem enquanto pesquisadora. Além de divulgar o que ando "aprontando" por aí... seja em projetos ou trabalhos como professora, jornalista, amante da linguagem! Convido você a fazer parte deste espaço.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Prêmio Inovação Pedagógica - UNIFRA 2010

O Prêmio Inovação Pedagógica partiu de uma iniciativa dos organizadores das Oficinas Pedagógicas com a Pró-Reitoria de Graduação da UNIFRA. Esse prêmio tem como objetivo reconhecer, divulgar e incentivar projetos inovadores implantados no âmbito escolar que tenham apresentado resultados positivos e exemplares.
confira os Vencedores dessa priemira edição:
Menção Honrosa
Projeto: “Quarta colônia: terraTerra, gente e história”Escola Estadual de Ensino Básico João XXIII, na cidade de São João do Polêsine - RSProfª Elaine Binotto Fagan
Projeto: “Alegria através das práticas pedagógicas no processo inclusivo”Colégio Estadual Coronel Pilar, na cidade de Santa Maria - RSProfª Lisete Maria Massulini Pigatto
Categoria Professor
Projeto: “Alegria através das práticas pedagógicas no processo inclusivo”Colégio Estadual Coronel Pilar, na cidade de Santa Maria - RSProfª Lisete Maria Massulini Pigatto
Categoria Professor
1º lugar: Webquest/GlobalizaçãoEscola Estadual de Ensino Fundamental Marieta D`Ambrósio, na cidade de Santa Maria - RSProfª Neida Freitas
2º lugar: Programa Escola Aberta para a CidadaniaEscola Estadual de Ensino Básico Augusto Ruschi, na cidade de Santa Maria - RSProfº Danclar Jesus RossatoProfª Haydé Maria da Silveira França de Vargas
3º lugar: Aquecedor Solar de Água: uma proposta pedagógica para o ensino de Biologia, Física e Educação Ambiental na Escola MédiaColégio Militar de Santa Maria, na cidade de Santa Maria - RSProfª Rosana C. F. CardosoProfª Tatiane Godinho Munhoz
Categoria Acadêmico(a)
2º lugar: Programa Escola Aberta para a CidadaniaEscola Estadual de Ensino Básico Augusto Ruschi, na cidade de Santa Maria - RSProfº Danclar Jesus RossatoProfª Haydé Maria da Silveira França de Vargas
3º lugar: Aquecedor Solar de Água: uma proposta pedagógica para o ensino de Biologia, Física e Educação Ambiental na Escola MédiaColégio Militar de Santa Maria, na cidade de Santa Maria - RSProfª Rosana C. F. CardosoProfª Tatiane Godinho Munhoz
Categoria Acadêmico(a)
1º lugar: Incentivo à leitura através de oficinas literárias: Royale/2010 Escola de Dança e Integração Social Royale, na cidade de Santa Maria - RS Acadêmica Luana Iensen Gonçalves
2º lugar: Economia popular solidária: uma alternativa de trabalho e renda à globalização econômica Escola Estadual de Ensino Fundamental Marieta D`Ambrósio, na cidade de Santa Maria - RSAcadêmico Odilon Killing Machado
3º lugar: Aplicação de um software alternativo para a Educação Infantil nas aulas de informática da Escola Nossa Senhora de FátimaEscola Nossa Senhora de Fátima, na cidade de Santa Maria – RSAcadêmica Bruna Linhati de OliveiraAcadêmico Robertson Ebling dos Santos
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
IIISarau Literário - PVP Alternativa
Dica de Leitura!!! boa para os viciados em celular!!!
O reinado do celular
Martha Medeiros
De alto a baixo da pirâmide social quase todas as pessoas que eu conheço possuem celular. É realmente um grande quebra-galho. Quando estamos na rua e precisamos dar um recado, é só sacar o aparelhinho da bolsa e resolver a questão, caso não dê pra esperar até chegar em casa. Pra isso - e só pra isso - serve o telefone móvel, na minha inocente opinião.
Ao contrário da maioria das mulheres, nunca fui fanática por telefone, incluindo o fixo. Uso com muito comedimento para resolver assuntos de trabalho, combinar encontros, cumprimentar alguém, essas coisas relativamente rápidas. Fazer visita por telefone é algo para o qual não tenho a menor paciência. Por celular, muito menos. Considero-o um excelente resolvedor de pendências e nada mais.
Logo, você pode imaginar meu espanto ao constatar como essa engenhoca se transformou no símbolo da neurose urbana. Outro dia fui assistira um show. Minutos antes de começar, o lobby do teatro estava repleto de pessoas falando no celular. "Vou ter que desligar, o espetáculo vai começar agora." Era como se todos estivessem se despedindo antes de embarcar para a lua. Ao término do show, as luzes do teatro mal tinham acendido quando todos voltaram a ligar seus celulares e instantaneamente se puseram a discar. Para quem? Para quê? Para contar sobre o show para os amigos, para saber o saldo no banco, para o tele-horóscopo?? Nunca vi tamanha urgência em se comunicar à distância. Conversar entre si, com o sujeito ao lado, quase ninguém conversava.
O celular deixou de ser uma necessidade para virar uma ansiedade. E toda ânsia nos mantém reféns. Quando vejo alguém checando suas mensagens a todo minuto e fazendo ligações triviais em público, não imagino estar diante de uma pessoa ocupada e poderosa, e sim de uma pessoa rendida: alguém que não possui mais controle sobre seu tempo, alguém que não consegue mais ficar em silêncio e em privacidade. E deixar celular em cima de mesa de restaurante, só perdoo se o cara estiver com a mãe no leito de morte e for ligeiramente surdo.
Isso tudo me ocorreu enquanto lia o livro infantil O menino que queria ser celular, de Marcelo Pires, com ilustrações de Roberto Lautert. Conta a história de um garotinho que não suporta mais a falta de comunicação com o pai e a mãe, já que ambos não conseguem desligar o celular nem por um instante, nem no final de semana - levam o celular até para o banheiro. O menino não tem vez. Aí a ideia: se ele fosse um celular, receberia muito mais atenção.
Não é história da carochinha, isso rola pra valer. Adultos e adolescentes estão virando dependentes de um aparelho telefônico e desenvolvendo uma nova fobia: medo de ser esquecido. E dá-lhe falar a toda hora, por qualquer motivo, numa esquizofrenia considerada, ora, ora, moderna.
Os celulares estão cada dia menores e mais fininhos. Mas são eles que estão botando muita gente na palma da mão.
MEDEIROS, Martha. Coisas da vida: crônicas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2010.
Martha Medeiros
De alto a baixo da pirâmide social quase todas as pessoas que eu conheço possuem celular. É realmente um grande quebra-galho. Quando estamos na rua e precisamos dar um recado, é só sacar o aparelhinho da bolsa e resolver a questão, caso não dê pra esperar até chegar em casa. Pra isso - e só pra isso - serve o telefone móvel, na minha inocente opinião.
Ao contrário da maioria das mulheres, nunca fui fanática por telefone, incluindo o fixo. Uso com muito comedimento para resolver assuntos de trabalho, combinar encontros, cumprimentar alguém, essas coisas relativamente rápidas. Fazer visita por telefone é algo para o qual não tenho a menor paciência. Por celular, muito menos. Considero-o um excelente resolvedor de pendências e nada mais.
Logo, você pode imaginar meu espanto ao constatar como essa engenhoca se transformou no símbolo da neurose urbana. Outro dia fui assistira um show. Minutos antes de começar, o lobby do teatro estava repleto de pessoas falando no celular. "Vou ter que desligar, o espetáculo vai começar agora." Era como se todos estivessem se despedindo antes de embarcar para a lua. Ao término do show, as luzes do teatro mal tinham acendido quando todos voltaram a ligar seus celulares e instantaneamente se puseram a discar. Para quem? Para quê? Para contar sobre o show para os amigos, para saber o saldo no banco, para o tele-horóscopo?? Nunca vi tamanha urgência em se comunicar à distância. Conversar entre si, com o sujeito ao lado, quase ninguém conversava.
O celular deixou de ser uma necessidade para virar uma ansiedade. E toda ânsia nos mantém reféns. Quando vejo alguém checando suas mensagens a todo minuto e fazendo ligações triviais em público, não imagino estar diante de uma pessoa ocupada e poderosa, e sim de uma pessoa rendida: alguém que não possui mais controle sobre seu tempo, alguém que não consegue mais ficar em silêncio e em privacidade. E deixar celular em cima de mesa de restaurante, só perdoo se o cara estiver com a mãe no leito de morte e for ligeiramente surdo.
Isso tudo me ocorreu enquanto lia o livro infantil O menino que queria ser celular, de Marcelo Pires, com ilustrações de Roberto Lautert. Conta a história de um garotinho que não suporta mais a falta de comunicação com o pai e a mãe, já que ambos não conseguem desligar o celular nem por um instante, nem no final de semana - levam o celular até para o banheiro. O menino não tem vez. Aí a ideia: se ele fosse um celular, receberia muito mais atenção.
Não é história da carochinha, isso rola pra valer. Adultos e adolescentes estão virando dependentes de um aparelho telefônico e desenvolvendo uma nova fobia: medo de ser esquecido. E dá-lhe falar a toda hora, por qualquer motivo, numa esquizofrenia considerada, ora, ora, moderna.
Os celulares estão cada dia menores e mais fininhos. Mas são eles que estão botando muita gente na palma da mão.
MEDEIROS, Martha. Coisas da vida: crônicas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2010.
SEPE 2010 - UNIFRA
Durante o XIV Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão (10/11/12) Apresentei os trabalhos:
GÊNEROS TEXTUAIS: UMA PERSPECTIVA PARA O ENSINO DE LEITURA E DE LÍNGUA(GEM) juntamente à Porfessora orientador aEliane de Fátima Rangel. Este tem por objetivos levantar discussões de ideias sobre o ensino de leitura e língua(gem) através dos gêneros textuais, na perspectiva de atividades interpretativas e reflexivas eelaborar atividades interpretativas e reflexivas que valorizem o texto como objeto de ensino e não apenas para pretexto de atividades gramaticais. Justificamos nossa preocupação porque pretendemos, a partir de uma discussão com base em teóricos renomados, despertar no professor em serviço, bem como nos acadêmicos do Curso de Letras em formação, o interesse em assumir o texto como objeto de ensino, além de desenvolver diferentes estratégias de leitura e de produção textual, transformando a aula de língua(gem) em um ambiente de interação verbal e uma prática constante de comunicação.
É de extrama importância que as quatros habilidade (falar, ouvir, escrever e ler) façam parte da aula de língua materna e que se utilize o texto, e, consequentemente, os gêneros textuais como objeto de ensino-aprendizagem sob uma perspectiva mais ampla que envolva produção e circulação. Assim, entende-se como uma alternativa possível o ensino, priorizando a leitura, a compreensão e a interpretação de texto.
Outro trabalho que apresentei foi:
CONTANDO HISTÓRIAS, AGUÇANDO OS SENTIDOS PARA A LEITURA ;
no qual sob orientação da professora MArta Lia Appel aprsentei os resultados do projeto O incentivo à leitura através de oficinas literárias, realizado no primeiro semestre de 2010 que viosu possibilidade de apresentar a leitura à crianças de 03 à 07 anos através da contação de histórias, explorando seus sentidos (visão, audição, tato, olfato). Tivemos como objetivos além de despertar o gosto pela leitura; Incentivar a leitura de textos variados e Promover a interação social, através da leitura e interação do texto.
Tivemos como resultados o interesse que as crianças mostraram pelas histórias contadas; o interesse pela leitura; pela interação social entre elas, de modo que uma aprendeu a respeitar e ajudar a outra nas atividades propostas após as narrações e, principalmente, o gosto que elas adquiriram em recontar a histórias entre elas, através das imagens do livro. Percebe-se também a aquisição do léxico, através do letramentio literário.
Notou-se que de fato o letramento literário é uma prática que o une o ensino da leitura com o da escrita e com o da socialização, pois a contação propicia uma contextualização com o cotidiano das meninas.
Percebeu-se também, a criação do espaço interativo para as meninas dialogarem, socializarem suas ideias e vivências, para recontarem a histórias conforme suas imaginações. Isto deixou claro que é possível através de estratégias de leitura, incentivar as crianças para a leitura de diversos gêneros textuais e as diferentes linguagens, que com a contação de histórias elas puderam conhecer o mundo da palavra e o mundo em que vivem.
GÊNEROS TEXTUAIS: UMA PERSPECTIVA PARA O ENSINO DE LEITURA E DE LÍNGUA(GEM) juntamente à Porfessora orientador aEliane de Fátima Rangel. Este tem por objetivos levantar discussões de ideias sobre o ensino de leitura e língua(gem) através dos gêneros textuais, na perspectiva de atividades interpretativas e reflexivas eelaborar atividades interpretativas e reflexivas que valorizem o texto como objeto de ensino e não apenas para pretexto de atividades gramaticais. Justificamos nossa preocupação porque pretendemos, a partir de uma discussão com base em teóricos renomados, despertar no professor em serviço, bem como nos acadêmicos do Curso de Letras em formação, o interesse em assumir o texto como objeto de ensino, além de desenvolver diferentes estratégias de leitura e de produção textual, transformando a aula de língua(gem) em um ambiente de interação verbal e uma prática constante de comunicação.
É de extrama importância que as quatros habilidade (falar, ouvir, escrever e ler) façam parte da aula de língua materna e que se utilize o texto, e, consequentemente, os gêneros textuais como objeto de ensino-aprendizagem sob uma perspectiva mais ampla que envolva produção e circulação. Assim, entende-se como uma alternativa possível o ensino, priorizando a leitura, a compreensão e a interpretação de texto.
Outro trabalho que apresentei foi:
CONTANDO HISTÓRIAS, AGUÇANDO OS SENTIDOS PARA A LEITURA ;
no qual sob orientação da professora MArta Lia Appel aprsentei os resultados do projeto O incentivo à leitura através de oficinas literárias, realizado no primeiro semestre de 2010 que viosu possibilidade de apresentar a leitura à crianças de 03 à 07 anos através da contação de histórias, explorando seus sentidos (visão, audição, tato, olfato). Tivemos como objetivos além de despertar o gosto pela leitura; Incentivar a leitura de textos variados e Promover a interação social, através da leitura e interação do texto.
Tivemos como resultados o interesse que as crianças mostraram pelas histórias contadas; o interesse pela leitura; pela interação social entre elas, de modo que uma aprendeu a respeitar e ajudar a outra nas atividades propostas após as narrações e, principalmente, o gosto que elas adquiriram em recontar a histórias entre elas, através das imagens do livro. Percebe-se também a aquisição do léxico, através do letramentio literário.
Notou-se que de fato o letramento literário é uma prática que o une o ensino da leitura com o da escrita e com o da socialização, pois a contação propicia uma contextualização com o cotidiano das meninas.
Percebeu-se também, a criação do espaço interativo para as meninas dialogarem, socializarem suas ideias e vivências, para recontarem a histórias conforme suas imaginações. Isto deixou claro que é possível através de estratégias de leitura, incentivar as crianças para a leitura de diversos gêneros textuais e as diferentes linguagens, que com a contação de histórias elas puderam conhecer o mundo da palavra e o mundo em que vivem.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
SELES E SELM - UPF
Participação no SELES e SELM - outrubro de 2010 na Univerisdade de Paso Fundo.
Apresentei a oficina
Contação de história, uma possibilidade do letramento literário. Esta foi idealizada a fim de divulgarmos o trabalho realizado referente ao projeto O incentivo à leitura através de oficinas literárias: Royale/2010; e compartilharmos dúvidas, sugestões e questionamentos referentes ao trabalho relacionado ao incentivo à leitura, a alfabetização e a literatura.
Apresentei a oficina
Contação de história, uma possibilidade do letramento literário. Esta foi idealizada a fim de divulgarmos o trabalho realizado referente ao projeto O incentivo à leitura através de oficinas literárias: Royale/2010; e compartilharmos dúvidas, sugestões e questionamentos referentes ao trabalho relacionado ao incentivo à leitura, a alfabetização e a literatura.II SENALLP
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