sábado, 28 de abril de 2012

Inicia a Feira do Livro

Mesmo o sábado cinzento não foi motivo de a praça esvaziar. Pelo contrário, um bom público prestigiou e acompanhou a abertura Oficial da Feira do Livro de Santa Maria, às 11h.

Este ano, a feira possui 35 estandes com livreiro do Estado e do Rio de Janeiro e São Paulo (dois a mais do que 2011). Além disso, no total, serão lançados 112 obras.
O patrono da feira é o professor da UFSM Pedro Brum Santos. O homenageado é o historiador Romeu Beltrão e a professora homenageada é Maria Luiza Ritzel Remédios (na foto).


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Feira do Livro SM 2012

Amanhã, às 11h, será a abertura oficial da Feira do Livro de Santa Maria que continuará até 13 de maio. Com atrações diárias, como apresentações de escolas, lançamentos de livros, hora do conto, palestras e bate-papo, a feira esquenta a programação da cidade.
A programação completa você acessa em http://feiradolivrosm.com.br/feira12/programacao/

Entre os eventos destaco o Grenal Literário, dia 04/05 às 19hs.

Acompanhe as informações da palestra divulgadas pelo Projeto Acervo do Futebol:


Gre-Nal Literário: um clássico no campo das letras

No Brasil o Futebol além de esporte, é uma manifestação cultural. A rivalidade entre os times extrapola as quatro linhas e influencia a economia, a política e também a literatura. Neste contexto o Rio Grande do Sul está dividido entre duas paixões clubísticas: um lado azul e outro vermelho.

O Projeto Livro Livre, organizado pela OPSs! Comunicação tem uma atração especial na Feira do Livro de Santa Maria. É o Gre-Nal Literário, uma parceria com o Projeto Acervo de Futebol, e acontecerá na sexta, dia 4 de maio, a partir das 19h30min na praça Saldanha Marinho. Os jornalistas e escritores Kenny Braga (colorado) e Marcelo Ferla (gremista) participam de um bate-papo envolvendo Literatura e Futebol. A arbitragem ficará por conta do escritor Antônio Candido.

Kenny Braga, natural de Santana do Livramento, já atuou nos jornais Diário de Notícias, Zero Hora e também nas sucursais porto-alegrenses da revista Veja, jornais O Globo e O Estado de São Paulo. Atualmente possui uma coluna diária no jornal Diário Gaúcho e é um dos integrantes do Programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha. Autor dos livros: Inter, Orgulho do Brasil e Rolo Compressor (Já Editores) e Os Dez Mais do Internacional (Maquinaria).

Marcelo Ferla, natural de Montenegro, colaborou para as revistas Rolling Stone, Trip, Bizz, Superinteressante, National Geographic. Foi gerente artístico das rádios Ipanema FM e Oi FM. Foi editor de música do jornal Zero Hora. Autor dos livros: Imortal Tricolor (L&PM), Os Dez Mais do Grêmio (Maquinaria),Música Eletrônica (Abril), Segredo Rebelde (Futuro), Lembra do Transasom?(L&PM) e Futebol, a Paixão do Brasil (c/ outros autores, Clube dos 13).

O Projeto Acervo de Futebol convida todos os apaixonados por Futebol e Literatura para transformarem a Praça Saldanha Marinho em um estádio. Será uma oportunidade de integrar as duas maiores torcidas do sul do país, pela leitura e pela paz.


Conheça o PAF em:

O Facebook cutucou você?


O número um das redes sociais, o Facebook, cresce de forma avassaladora no universo da tecnologia. Essa rede foi fundada por estudantes, na República Universitária de Harvard, nos Estados Unidos, em 2004.  Hoje, a rede possui 845 milhões de usuários em todos os continentes.
O fato é que a cada minuto no Facebook, 451 novos usuários são cadastrados, 173.000 fotos são publicadas e 1,9 milhão clicam o botão “curtir” ou fazem comentários. Aliás, os botões “curtir” e “compartilhar” são os mais utilizados. E a opção “cutucar”?
Durante uma aula de Teoria de Comunicação, o uso ou não dessa opção cutucou a discussão em sala de aula. Alguns argumentaram que não é interessante cutucar, parece algo constrangedor. Outros, como eu, defenderam não terem problemas em cutucar, afinal de contas, apenas a pessoa cutucada saberá, como uma troca mútua.
Eis um ponto: apenas duas coisas não são públicas no Facebook: não é possível saber quem visitou o seu perfil e os seus amigos não saberão quem você cutuca e por quem você é cutucado. Mas, a questão é: cutucamos alguém que gostamos ou alguém que não simpatizamos? O cutucar é um ato de carinho ou de provocar? A escolha é de cada um.
E aí, “curtiu” a ideia?

Celebridade é cultura?


Com a tecnologia que temos hoje, todos têm acesso sobre as notícias que acontecem em todo mundo, seja pela televisão ou internet. Com isso, seres normais e simples aproveitam para se expor em redes sociais ou em vídeos no you tube a fim de terem mais seguidores e 15 minutos de fama. Sim, essa aparição rápida e esplendorosa (positiva ou negativamente) que dura 15 minutos torna a pessoa uma celebridade. Explico ainda, que na minha visão celebridade é alguém que aparece da noite para o dia na televisão e esquecida mais rapidamente ainda. Já o famoso, é alguém que possui uma carreira, é conhecida e reconhecida, e ainda, capaz de influenciar no comportamento da sociedade. Dessa forma, acredito que celebridade só é cultura em requisito: no que não devemos aprender com ela. Ou seja, tornar-se uma celebridade instantânea não vale a pena, não traz conhecimento, muito menos crescimento pessoal e intelectual. Você quer ser lembrado pelo que fez de interessante na vida ou pelo bumbum que mostrou na internet? 

segunda-feira, 5 de março de 2012


Segundona começa quente

O clássico RIO-NAL de hoje mostrou o pique que será a busca pelo acesso a série A. Apesar de se mostrar mais organizado, com um jogador a menos, o Riograndense ficou no 2 X 2 com o Internacional – SM.  2012 será um ano movimentado em Santa Maria pelo futebol. A briga entre os dois times santa-marienses será acirrada em busca pela vaga para a primeira divisão do futebol gaúcho.
O clássico teve todas as emoções que o nome sugere: jogador expulso, gols apenas no segundo tempo, virada e empate aos 48 minutos. Certamente, a torcida saiu satisfeita do estádio Presidente Vargas. Que rivalidade RIO-NAL traga mais investidores para o futebol do interior e assim, ele volte a aparecer junto aos grandes da elite do Gauchão.

quinta-feira, 1 de março de 2012


Formatura


Impossível não escrever sobre esse momento, ou melhor, é difícil. A emoção fala mais alto e as letras parecem ficar embaraçadas... mas, aí vai....

Realizar, segundo o minidicionário Aurélio, realizar significa 1. Experimentar como fato real, 2. Fazer com que aconteça de fato; 4. Tornar-se realidade (o que era só ideia, sonho); 6. Alcançar seu objetivo ou ideal.

Pois bem, não há palavras e significados no dicionário que descrevam a realização de nossa formatura! É um sonho tornado realidade. Um momento único. Que depois de tanto tempo sendo planejado parece acontecer em segundo.

Conforme nosso discurso, “concluímos mais uma etapa de nossa vida para iniciarmos outra. Nosso sonho se transformou em realidade. Os caminhos da sabedoria, do conhecimento, da determinação, da luta diária, conduziram nossos passos para alcançarmos este objetivo: concluir um curso superior. Mesmo diante das dificuldades, não nos acomodamos, enfrentamos os obstáculos, lutamos e persistimos na busca de nosso crescimento profissional. Conforme o juramento que fizemos, assumimos o compromisso ético para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. Assim, temos um papel fundamental na melhoria da qualidade de vida do ser humano, atuando como agentes de transformação e de mudança, estimulando a troca de conhecimento entre discente e docente, formando cidadãos críticos numa sociedade em que deveria prevalecer o ensino de qualidade para todos.”


Sucesso colegas!!!

 


No dia 01 de dezembro de 2011 aconteceu a defesa dos Trabalhos Finais de Graduação (TFG) do Curso de Letras. Meu trabalho foi orientado pela prof. Valéria Bortoluzzi. Confira abaixo, o resumo de minha pesquisa:

A CONSTRUÇÃO DO ETHOS DO HERÓI/VILÃO DO JOGO ATRAVÉS DA LINGUAGEM FUTEBOLÍSTICA
Com esta pesquisa, objetivamos analisar o discurso dos torcedores, narradores e comentaristas esportivos de modo a verificar a construção do ethos de um time e de seus membros durante uma partida de futebol. Para desenvolver este trabalho fizemos uso dos pressupostos teóricos da Análise Crítica do Discurso; da Gramática Sistêmico-funcional; do ethos discursivo, e, sobre o futebol e sua linguagem. Como metodologia, exploramos a pesquisa de campo. O corpus é constituído por 82 entrevistas com torcedores do Internacional, durante três jogos do campeonato gaúcho 2011 e oito gravações de trechos das narrações dos mesmos jogos em que foram realizadas as entrevistas. As análises realizadas se mostram pertinentes, pois explicitam o papel da linguagem na constituição de imagens, identificações com o time, apresentando diversos discursos. Tanto no discurso dos narradores e comentaristas esportivos, como no discurso dos torcedores, identificamos a utilização de atributos ora positivos ora negativos em relação ao time, de acordo com a sua rentabilidade em campo: vitória ou derrota. Os torcedores valeram-se de atributivos e modalizadores para expressar suas opiniões. Na construção do ethos positivo do time, o herói elencado foi o time como coletivo, e no ethos negativo, elencaram quatro vilões: os jogadores, o técnico, os dirigentes do clube e os problemas gerais.

Palavras-chave: Análise Crítica do Discurso – ACD. Discurso. Ethos.


Revisão SIS II - Questões