quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Conheça a ONG Infância-Ação


O voluntariado da ONG Infância-Ação, plante sua semente.

Na noite de 09/10, a ONG Infância-Ação realizou no Salão Acústico da UNIFRA uma palestra para apresentar o funcionamento da ONG para captação de novos integrantes para essa rede de cidadania e voluntariado. Conforme a apresentação, a ONG Infância-Ação é uma associação civil sem fins lucrativos ou econômicos, que surgiu em 2006, e tem por intenção ajudar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na cidade de Santa Maria. Segundo Lucas Bolzan, 21 anos, acadêmico de Fisioterapia e diretor do núcleo de Projetos, o objetivo da ONG é manter o funcionamento dos projetos e a administração.
Para que os projetos não parem durante o ano, eles contam com parceiros, que colaboram com realização de workshops e treinamentos; particionadores, que financiam economicamente; e, os voluntários, que fazem o trabalho prático. A ONG possui uma sede física no Centro Social Esperança, onde realizam as reuniões, e os projetos são desenvolvidos em lugares diferentes.
Neste ano, a ONG conta com quatro projetos ativos e um que está sendo reformulado, o Escova Ação. A Turma do Chiquinho atende crianças e adolescentes, nas segundas e sextas-feiras, pela parte da tarde, da creche Estação dos Ventos no KM3. São realizadas atividade lúdicas de alfabetização. O clubinho de Línguas propõe práticas lúdicas sobre a cultura e língua inglesa com alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Duque de Caxias. O fazendo Rir atende crianças da ala pediátrica do HUSM (Hospital Universitário de Santa Maria) com o objetivo de humanizar essas crianças no ambiente hospitalar. O Amor Exigentinho trabalha sobre valores e princípios humanos com crianças que têm pais dependentes químicos.
Esses projetos só continuam porque existe um trabalho em conjunto entre membros efetivos e voluntários. O associado efetivo faz parte de um dos cinco núcleos da Organização (Núcleo de Acompanhamento, de Comunicação, de Acompanhamento, Financeiro e Jurídico e Recursos Humanos). O associado colaborador atua nos projetos e o associado conselheiro são pessoas físicas ou jurídicas, que prestam assessoria aos associados efetivos, auxiliando nas atividades dos núcleos quando necessário. 
Gostou da ideia? Seja voluntário também. Em março de 2013, a ONG fará processo seletivo para associado efetivo. O processo consta com uma reunião para integração e conhecimento entre os membros atuais e candidatos. Na sequência, é realizada uma dinâmica que faz com que os voluntários interajam entre si. Para quem continua, é feita uma entrevista individual. Agora se você quer ser voluntário nas atividades dos projetos, basta contatar a ONG e realizar uma entrevista. Para mais detalhes visite o site http://onginfancia.wordpress.com/.

Processo Seletivo 2012 da ONG Infância-Ação no Quiosque do CT (Campus da UFSM). Foto: Divulgação do site.



Luana Iensen Gonçalves

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Leitura


Política, Literatura e a função social da Leitura

Luana Iensen Gonçalves

Em uma rápida retrospectiva é possível resgatarmos a origem da imprensa brasileira. Toda essa “revolução” cultural brasileira iniciou-se com a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, que implantou aqui a imprensa, escolas, bibliotecas, o acesso à leitura, entre outras melhorias.
Com o advento da imprensa, o jornal entrou nos hábitos da sociedade. Segundo Brito (2007) os veículos impressos de comunicação informavam e esclareciam o público, interpretavam eventos e situações sociopolíticas. Eram encarregados de espalhar notícias, ideias e diversões. Essas se relacionavam ao folhetim, que passou a ser o embrião dos romances; além do surgimento da crônica: essencial para o jornalismo, que mais tarde tornou-se um gênero hibrido misturando ao discurso literário.
Atualmente, é assim que as coisas andam, claro que, de uma forma mais exigente do que o jornalismo do século XIX. Mas, é por meio dos veículos de comunicação que as pessoas se expressam, seja literariamente ou para promover discussões políticas, sociais, culturais.
Nota-se então, a importância da leitura para o indivíduo, pois ela deixar de ser uma decodificação de signos linguísticos, mas passa ter significação social, o leitor necessita interpretar as diferentes linguagens para participar na sociedade. Para tornarmos a leitura mais eficiente aprendemos a desenvolver algumas estratégias: * utilização de conhecimentos prévios; * antecipação de informações que podem estar no texto a ser lido; * realização de inferências a partir do material que o texto oferece; entre outras.
Percebe-se então, que ao longo da história literatura, política e leitura são temas que evoluíram juntos. E o aprimoramento contínuo dessas estratégias torna nossa capacidade de leitura de textos cada vez mais abrangente e satisfatória. Pois, a leitura bem feita nos permite obter informações, seguir instruções, revisar os textos que produzimos, enriquecer nosso repertório de ideias e modelos linguísticos, obter diversão, lazer, prazer estético. De acordo com Infante (2009) a leitura feita de forma significativa, densa e intensa nos faz pessoas melhores e cidadãos mais conscientes.
Boa leitura!!

Referência:
INFANTE, Ulisses. Curso de gramática: aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 2005.
BRITO, José Domingos de. Literatura e jornalismo. São Paulo: Novera Editora, 2007.

sábado, 29 de setembro de 2012

20 de setembro. Que gaúcho é esse?


20 de setembro. Que gaúcho é esse?

Do Guanches à mistificação do Gaúcho e a comemoração da Semana Farroupilha

“Popularizar a Semana Farroupilha, de modo que a população se aproprie desse movimento e sentimento de ser gaúcho”, foi o objetivo, explica Lima. Por isso, com o tema Nossas Riquezas, a Semana Farroupilha 2012, em Santa Maria, teve seu galpão montado na Praça Saldanha Marinho. Durante a semana, a 13° Região Tradicionalista (RT) e a prefeitura prepararam a 1° Ronda Artístico Cultural organizada pela região e contou com oficinas artesanais, culturais e campeiras e apresentações artísticas, informou o coordenador da 13° RT, João Carlos Cardozo de Lima, 53 anos.
 Com essa programação diversificada aberta para o público, há também o questionamento do “quem é gaúcho”? Todos os nascidos nos estado, quem perpetua as tradições ou quem participa do dos centros de tradições. As opiniões são diversas e enriquecem a procura de conhecimento sobre essa data.

Os tradicionalistas – de bota e bombacha.
O amor por cultuar as tradições no s Centros de Tradições Gaúchas (CTG) geralmente inicia na infância e não foi diferente com o 1° Guri Farroupilha da 13° RT, Helder Moreira Machado, 14 anos. Ele começou a participar de CTG aos cinco anos porque a madrinha era muito ligada à dança tradicional. Como guri, o jovem ressalta que a importância do cargo “é levar as tradições adiante, respeitando a região. É uma responsabilidade grande, um título que conquistamos a partir de provas, num concurso”.
E no acompanhamento de desses jovens, que têm uma maratona de prova para garantir os cargos de prendas e peões com o objetivo de passar adiante as tradições, estão pais e mães. Esses, que mesmo sendo gaúchos muitas vezes não tinham pensado participar de CTG, acabam se apaixonando pelo o que os filhos fazem. Para a mãe da 1° Prenda da 13°RT, Saionara Michel Ouriques, 46 anos, ser mãe de prenda é “um orgulho imenso. Nunca imaginei minha filha tão envolvida em ensinar e repassar as tradições para as crianças. Hoje, não imagino ela fora o tradicionalismo”.

Os gaúchos – não é preciso pilcha para conhecer o Rio Grande
O outro lado da história é que nem todos têm condições financeiras de manter-se em um centro de tradições. Mas, as raízes do sul mostram que o ser gaúcho está mais em valores do apenas preservar indumentárias. O músico do Cambonaço, Fábio Freitas, 26, criou-se nos centros de tradições, porém, acredita que a proibição do tchê music nos CTGs é uma ação atrasada, pois proíbem uma evolução natural da música. Para o músico esses é um dos motivos que afasta os jovens dos atuais bailes tradicionalistas, além das lista de como se pode ou não vestir-se para dançar.
Além disso, há muitos mitos em torno da comemoração do 20 de setembro e do termo gaúcho. Originalmente, guanches era o homem que vivia como andarilho sem um lugar certo para morar, sem lei. Com o início da escrita literária no estado, têm-se as histórias com os bravos gaúchos, fortes e honrados. É o início da criação do mito do gaúcho. Vivenciado até hoje e revitalizado a cada setembro.
A professora de história, Naiani Machado da Silva Fenalti, 26 anos, comenta que a Revolução Farroupilha (RV) faz parte do contexto da história do estado, e que ela representa a elite gaúcha e não o povo como percebe que os integrantes de CTG costumam passar. “A RV foi fomentada pela elite gaúcha (pecuaristas, fazendeiros) que queria melhorias na economia. No início não tinha interesse de separar o estado do Brasil. Essa ideia separatista surgiu apenas anos depois, justamente pelo tempo que estava durando as batalhas”.
Naiani não é contra ao movimento tradicionalista, mas o que lhe assusta como professora é que “muitos de meus alunos que participam de CTG, não sabem que a revolução foi da elite, que não tiveram vencedores e vencidos, e sim, um acordo de paz entre os lados, justamente porque não havia mais recursos financeiros e humanos para continuar lutando. Não existe uma derrota em si, mas, sim, um enfraquecimento da guerra”. Nesse sentido, a professora acredita que a Semana Farroupilha deveria ser tratada com menos idealização pelos gaúchos, justamente por não ter sido uma revolta popular e sim da elite.
Para aqueles que gostam de pilchar-se ou querem conhecer as tradições, João Carlos Cardozo de Lima enfatiza que as regras de conduta para participar dos CTGs são feitas de tradicionalistas para tradicionalistas.  “Não visamos obrigar os visitantes a se pilcharem, mas quem opta por ser tradicionalista segue essas regras”.

Por Luana Iensen Gonçalves.
Acadêmica do curso de Jornalismo – Unifra. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Tradição perpetuada em todas gerações


Com o tema Nossas Riquezas, a Semana Farroupilha 2012, em Santa Maria, ganhou uma nova morada: a Praça Saldanha Marinho. Durante a semana, a 13° Região Tradicionalista (RT) e a prefeitura prepararam uma programação especial. Essa será a 1° Ronda Artístico Cultural que, segundo o coordenador da 13° RT, João Carlos Cardozo de Lima, 53 anos, é organizada pela região e contará com oficinas artesanais, culturais e campeiras e apresentações artísticas. Os shows noturnos serão promovidos pela prefeitura.
O que objetivamos é “a popularização da Semana Farroupilha, de modo que a população se aproprie desse movimento e sentimento de ser gaúcho”, explica Lima. Para isso, se terá uma programação cultural e artística, na qual prendas e peões  mostrarão e divulgarão as tradições e história do povo gaúcho na Praça. Além disso, segundo a coordenadora de prendas, Angélica Rigão de Vargas, “várias escolas e creches fazem atividades alusivas à Semana Farroupilha e solicitam a presença de prendas e temos que fazer o possível pra atender à todas”.

O tradicionalismo nas diferentes gerações
Nos Centros de Tradições Gaúchas (CTG) convivem as diferentes gerações, o que motiva toda a família a frequentar. E a cada ano que passa, as mulheres têm mais espaço nas atividades administrativas e campeiras que antes eram de predominância masculina. No CTG Bento Gonçalves a patroa e vice-patroa são mulheres. A patroa, Lenir Martins da Silva, participa da entidade desde a fundação, comenta que “teve o apoio de todos e nunca sofreu preconceito por ser uma mulher com as rédeas na mão”.
A atua l° Prenda da 13° RT, Taynara Ouriques, 19 anos, acadêmica de Enfermagem- UNIFRA, iniciou no movimento aos 10 anos por influência do irmão, que já dançava.  Para a jovem, ser prenda é “uma dádiva, ter o dom, é uma honra e orgulho porque represento as mulheres da região, como uma forma de repassar o conhecimento tradicionalista. Como prenda, transmito o que aprendo no CTG para outras pessoas nos CTGs e escolas por meio de projetos, oficinas. E este ano, com a programação na praça, podemos mostrar as tradições para um público maior e mais diversificado, de forma a fazer essas pessoas se aproximarem com as tradições”.
O tradicionalismo nas diferentes opiniões
As comemorações da Semana Farroupilha também despertam diferentes opiniões em relação ao o que é ser tradicionalista e ser gaúcho, quem nasce no Rio Grande do Sul. Fábio Freitas, 26, músico do Cambonaço, explica que sua criação foi ligada aos centros de tradições, no entanto acredita “que a proibição do tchê music nos CTGs é uma ação retrógada, pois proíbem uma evolução natural da música”.
Naiani Machado da Silva Fenalti, 26 anos, professora de história, ao trabalhar a história do Estado nas escolas comenta que não é contra ao movimento tradicionalista, mas o que a assusta como professora é que muitos alunos que tem, os que participam de CTG, não sabem que a revolução foi pensada pela elite, “não houve vencedores e vencidos, e sim, um acordo de paz entre os lados, justamente porque não havia mais recursos financeiros e humanos para continuar lutando. Não existe uma derrota em si, mas, sim, um enfraquecimento da guerra. Me parece que “pulam” essa parte da história os CTGs”.
João Carlos Cardozo de Lima enfatiza que as regras de conduta para participar de CTGs são feitas de tradicionalistas para tradicionalistas.  “Não visamos obrigar os visitantes a se pilcharem, mas quem opta por ser tradicionalista segue essas regras”. Assim, quem quiser saber mais sobre essas questões poderá aproveitar a Semana Farroupilha na Praça.


Por Franciele Marques e Luana Iensen Gonçalves.

Acadêmicas do curso de Jornalismo – Unifra.
Notícia pesquisada e elaborada para a disciplina de Técnicas de Entrevistas e Reportagem entre 13 e 19 de setembro de 2012.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Nossas riquezas na avenida


A Semana Farroupilha 2012, com o tema Nossas Riquezas, em Santa Maria, mesmo com o mau tempo de alguns dias, fez sucesso na Praça Saldanha Marinho. As atividades na Praça tiveram o objetivo de “popularizar a Semana Farroupilha, de modo que a população se apropriasse do movimento”, explica João Cardoso de Lima, coordenador da 13° RT. As atividades culminaram com o desfile Farroupilha na Avenida Medianeira.
Durantes o desfile, as entidades tradicionalistas mostraram sua criatividade homenageando as riquezas do povo gaúcho.
DT Querência das Dores - riquezas que vêm da Terra

CTG Bento Gonçalves - Lembrou os ferroviários e emocionou o público.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Restícios do 07 de setembro e em breve sobre o desfile de hoje


Jovens patriotas: os desbravadores do futuro

 
Durante a Semana da Pátria muitas crianças aprendem o significado de patriotismo e não mais se desconectam dessa ideia

 
Com o tema Brasil: um país se constrói com educação, consciência cívica e cidadania, a Semana da Pátria de Santa Maria teve uma programação intensa de atividades que culminam amanhã com o Desfile Cívico. Durante a semana, foram os jovens, crianças e adolescentes, que preservaram o fogo simbólico na Praça Saldanha Marinho.

Na tarde de seis de setembro, estava na guardição da chama o grupo do Clube de desbravadores Sementes de Girassol. Conforme comentou o diretor do clube e desbravador líder, Neimar Vargas de Jesus, 42 anos, participar da Semana da Pátria é uma forma de exercer cidadania e mostrar aos demais jovens que passam pela praça a importância di patriotismo o ano inteiro e não apenas em datas comemorativas. Ele explicou que os desbravadores fazem as mais diversas atividades relacionadas à natureza, desde acampamento, trilhas, natação, entre outras. Também se envolvem em atividades de civismo, baseado nas ideias das Forças Armadas Brasileiras, adaptadas para crianças, pois os participantes do grupo têm em média de 10 a 15 anos.

O adolescente de 17 anos, Lucas Carvalho de Jesus, desbravador líder, explicou que os integrantes do grupo, que tem sede provisória na Escola Adventista, passam nas turmas da escola para divulgar as atividades entre os alunos. Para ele, os jovens precisam de uma maior conscientização sobre os atos cívicos e de patriotismo, e não somente na semana da pátria, mas durante o ano todo, atuando como cidadãos.
Desbravador Lucas durante a Semana da Pátria
 

Em Santa Maria, tem-se também o Grupo de Desbravadores Kerigma no Bairro Tranquedo Neves e Guardiões da Natureza, no bairro Salgado Filho. A base dos desbravadores é a igreja Adventista e a estrutura do escotismo do passado. O grupo é aberto para todos os jovens interessados, independente de religião ou raça. No grupo, os desbravadores têm seis classes representadas por cores: amigo (azul marinho), companheiro (vermelho), pesquisador (verde), pioneiro (cinza), excursionista (bordô) e guia (amarelo). Conheça mais sobre os desbravadores de todo Brasil no www.desbravadores.org.br.

Durante a semana, os escoteiros também se revesaram no cuidado com o fogo simbólico. Para a escoteira Natália Moreira Palermo, 13 anos, da 8º série do ensino fundamental, participar das atividades cívicas da cidade é uma oportunidade de divulgar o grupo para mais jovens e mostrar a eles a importância da cidadania desde a infância.

 

CURIOSIDADES

Destaques da Semana da Pátria 2012.

NACIONAL: José Maria da Silva Paranhos Júnior – BARÃO DO RIO BRANCO

ESTADUAL: Guido Fernando Mondin

LOCAL: 120 Anos do 1º RPMon Cel. Pillar

HOMENAGEADO LOCAL: Manoel dos Santos Pedroso Filho – MANECO PEDROSO
INSTITUCIONAL: Arquidiocese e Centenário do Riograndense Futebol Clube

TEMA: Brasil: um país se constrói com educação, consciência cívica e cidadania.

LEMA: Santa Maria: compromisso com a preservação do ambiente em que vivemos

 

Por Franciele Marques e Luana Iensen Gonçalves.

 Acadêmicas do curso de Jornalismo – Unifra.

Notícia pesquisada e elaborada para a disciplina de Técnicas de Entrevistas e Reportagem. 06.09.2012

 

sábado, 15 de setembro de 2012

Comércio gaudério na Semana Farroupilha


Vista-se. As pilchas estão na praça
Comércio de indumentária gaúcha também tem seu espaço na Semana Farroupilha santa-mariense
           
A programação da Semana Farroupilha 2012 na Praça Saldanho Marinho, em Santa Maria, tem a intenção de atrair a comunidade e que esta conheça as tradições. Para quem quiser conhecer mais e participar de algum evento no Centro de Tradições Gaúchas poderá comprar sua indumentária na Praça.
Com iniciativa da prefeitura, a loja Santa Maria Pilchas montou uma filial na Praça. Para a proprietária Loja, Talita Nunes, foi uma ótima surpresa o convite de participar da programação com uma loja na Praça. “Após belos eventos no centro da cidade referente ao Natal, Carnaval e Festas Juninas, fico feliz com a valorização da tradição gaúcha nessa programação farroupilha”, comentou Talita.
A lojista espera que as pessoas aproveitem as apresentações e interessem-se em pilchar-se, pois estão com ótimas promoções, como já evidencia a logo da loja, “não temos luxo, temos tradição”. Ela explica que aproveitando o momento eleitoral, que todos os candidatos a prefeito valorizem esses eventos e que independente do eleito eles continuem a acontecer.
SM Pilchas na Praça Saldanha Marinho.

Revisão SIS II - Questões