quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Título obrigatório, e agora??


Já é de praxe os estudantes saberem que a prova do Enem não exige título, mas outros concursos não só exigem como atribuem uma nota específica. É o Caso de concursos militares, como o da ESA. Então, vamos lá:
Para começar, lembre que o título é a última parte a ser pensada na redação. Raras exceções são aqueles momentos que uma frase bombástica surge em sua mente, nesses casos, anote imediatamente para depois ver se encaixará com o texto.
Dito isso, para receber aquela nota boa, lembre o título pode ter:
* As palavras-chave do tema (mas não copie o tema);
* Opinião (dê uma pista da tese a ser defendida);
* Pontuação (a regra geral é pontuar frase verbal, não pontuar frase nominal; mas você também pode mostrar expressão com vírgulas, aspas ou travessão).

Cuide: 90% das vezes o título nasce da conclusão do texto, pois é uma maneira de você fechar a ideia, deixar o texto “redondo”.
Dica: Explore a intertextualidade! Recrie poemas, frases clássicas, ditados de filósofos ou de letras de música. Treine sua criatividade!!
Vamos começar? Veja:
“Publico, logo existo”.
“No meio do caminho, tinha o lixo”
“Moro num país tropical, abençoado por Deus e corrupto por natureza”
“Postar ou não postar? Eis a questão”

Hora de praticar! Partiu? Aproveitem a dica e ótimo estudo!!

Referências:

domingo, 3 de setembro de 2017

Resumo dos estudos sobre pluralidade religiosa


Desde suas iniciais organizações sociais, o homem sempre se expressou a partir de práticas religiosas para explicar situações ou fenômenos que ainda não eram entendidos pela ciência. Isso explica que mesmo que cada religião tenha elementos específicos, é possível perceber alguns elementos comuns que comprovam a diversidade dessas manifestações: crenças, rituais, doutrinas, símbolos, textos e espaços sagrados, doutrinas.
Um exemplo clássico disso é a cultura grega, que adotava/criava deuses para explicar o que acontecia de bom e ruim em relação ao mundo. Há o Deus da colheita, do amor, da chuva, do vento, e assim por diante. Com o passar do tempo, durante a Antiguidade, surgiram culturas e religiões monoteístas, defendendo a crença em um único Ser Superior, entendido como ser criador do mundo e dos humanos.
Neste contexto, de acordo com Silveira et al (p. 3),

no terreno da busca religiosa, a humanidade já construiu e continua construindo diferentes e múltiplas respostas à problemática da criação e da existência. De buscas e respostas se originam diferentes concepções sobre a(s) divindade(s), enquanto figura [s] ou fonte(s) da criação, em torno do qual se organizam um conjunto de crenças, mitologias, doutrinas ou formas de pensamento relacionadas com a esfera do sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, além de rituais e códigos morais.
[...] As religiões, portanto, fazem parte da cultura humana, presentes em todos os povos, em todas as épocas históricas. Nesse sentido, embora diferentes, todas têm algo em comum: a busca de uma relação com o mundo metafísico.

A partir dessas palavras dos autores, compreende-se a fundamentação da Declaração Universal dos Direitos Humanos e da Constituição Federal que garantem na leia o direito de liberdade de escolha e prática de ritos religiosos. Desse modo, considera-se a liberdade de religião e de opinião como um direito humano fundamental. Isso inclui também a liberdade de não seguir nenhuma religião, ou mesmo de não ter opinião sobre a existência ou não de Deus (agnosticismo e ateísmo).

Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.

O conceito acima se refere à definição de liberdade de religião da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que é adotada pelos 58 Estados membros do conjunto das Nações Unidas. Também a Constituição Brasileira de 1988 consagrou os direitos e garantias sobre a liberdade religiosa.

Um problema: a intolerância

A partir da ideia de que vivemos em um mundo de demarcações territoriais, isso evidencia uma pluralidade enorme de culturas e crenças. E, muitas vezes, devido à busca de mais espaço ocorrem muitas brigas pela diferença religiosa desses espaços. Isso tem massacrado culturas e matados muitas vidas inocentes.

Esse fato é conhecido como intolerância religiosa. Isso faz com que diariamente milhares de pessoas sejam humilhadas, julgadas, discriminadas devido a sua fé. São criados apelidos, são feitas discriminações públicas, templos são atacados, agressões verbais e físicas que menosprezam a cultura diferente do outro, porque não dão espaço para o diálogo.

Mais respeito à diversidade familiar do século XXI


Na sociedade contemporânea, o conceito de família é um dos temas que tem sido amplamente discutido/dialogado pela população. Com a difusão da tecnologia e das redes sociais, as pessoas não aceitam mais informações e decisões prontas. Elas discutem o que mídia mostra e evidenciam suas opiniões. Entre os novos tipos de família discutidos está a homoparentalidade, a qual necessita ser mais divulgada e explicada aos leigos para que se diminua o preconceito existente a ela.
Podemos compreender que o surgimento de novos conjuntos familiares aumenta devido a mudanças históricas e sociais no mundo moderno. Muitos desses conjuntos têm características singulares, mas, para Passos (2005, p. 32), “nenhuma é tão revolucionária quanto a família homoparental, já que esta destitui um princípio fundamental na constituição do grupo familiar: a diferenciação sexual”.
Mesmo com tantas mudanças e inovações na vida social atual, quando se trata de casais homossexuais adotarem crianças, o preconceito ainda se evidencia. É comum escutarmos em rodas de conversas entre amigos (e geralmente de pessoas ditas “esclarecidas”, estudas) que não têm nada contra aos homossexuais, “mas criar uma criança já demais”.
Em um breve entrevista com quatro pessoas do meu bairro e trabalho, percebi que a maioria se mostra contraria a existência da família homoparental: duas delas não concordam com a adoção de crianças por casais homossexuais; uma concorda, reforçando que o importante é cuidar e amar; e uma definiu como uma situação “complicada”, que dependeria se a crianças iria entender o que é ter dois pais ou duas mães.
Quando questionadas se essas crianças, com pais homossexuais, sofreriam preconceito na escola, três afirmaram que sim; e uma afirmou que quando crianças não, apenas quando ficassem adultas. Ela comentou que as crianças geralmente não têm preconceitos, são os pais, normalmente héteros, que fazem comentários maldosos.
Ainda foi perguntado: “Você acredita que há diferença na educação que esse casal dará aos filhos em relação ao casal heterossexual?” Três pessoas responderam que não e uma que sim, que seria uma má influência para a criança.
É importante ressaltar a faixa etária e gênero dos candidatos: três mulheres; 16, 31 e 81 anos respectivamente, e um homem, 45 anos. As respostas mais negativas foram do entrevistado masculino e as respostas mais positivas e liberais da entrevista do gênero feminino de 81 anos. O que chama atenção é que a mais jovem se mostrou conservadora e a mais velha se mostrou conviver bem com a diversidade.
Mesmo sendo uma amostra pequena, ela é bastante significativa e triste, pois evidencia que as pessoas têm dificuldade em aceitar o diferente. Isso me deixa pessoalmente preocupada, pois eu sou pessoa “aberta” no sentido de aceitar o diferente, inclusive já sofri preconceito por ter amigos e parentes homossexuais, e ainda, percebo, na sala de aula, um aumento de jovens homossexuais. Tentamos trabalhar esse tema na escola para desmitificar os pré-conceitos criados pela sociedade, mas esse trabalho ainda será árdua e longa para modificarmos a cultura preconceituosa vigente.
Precisamos mudar essa visão “fechada” de família com mãe, pai e filhos. E tentar evidenciar o que afirma Passos:

A família de hoje impõe, no lugar da hegemonia dos papéis e dos lugares fixos, uma maior flexibilidade na constituição de posições e funções dos membros do grupo. Assim, ganha muito mais força a forma como os pais do mesmo sexo, cada um a sua maneira, representa este filho como um outro que atualiza seu desejo de transmissão e continuidade, investindo-o, portanto, de um afeto fortemente narcísico (PASSOS, 2005, p. 36).


A partir das ideias expostas, percebo que é preciso divulgarmos mais os novos tipos de famílias para que as pessoas compreendam que o importante é o cuidar e amar e para que as crianças crescem livres do preconceito.

sábado, 2 de setembro de 2017

Voar, verbo intransitivo

Era um dia corrido de trabalho de trabalho, como qualquer outro. Mas aí uma mensagem no whats modificou o clima, a tensão daquela natural correria. Ok, há algum tempo já havia feito uma entrevista, mas devido à época do ano, não esperava essa mensagem antes de dezembro. A proposta exigia uma mudança radical, mas aceitei. Poderia parecer loucura para quem vê de fora, mas só alcança seus objetivos quem aceita voar, segurando a onda de bônus e de ônus.
Certamente, o bônus seria o voo profissional, o desejo de poder ter apenas um emprego e assim cuidar um pouco de mim, dos meus desejos pessoais. Já o ônus, claro, inicialmente seria despedida e a saudade. As lágrimas de cada aluno e amigos (e minhas), o abraço apertado, a palavra carinhosa. Mesmo triste, isso me mostrou que o trabalho até aqui já teve boas sementes germinadas. O conteúdo é aprendido hoje por diferentes meios, mas os exemplos de caráter e afetividades ainda são exclusivamente humanos.
Escolhas sempre envolverão desejos e renúncias. Mas para alcançar sonhos, é preciso saber a hora de recuar, de voltar, de seguir; só chega lá, quem sabe o quer, quem perde o medo de voar.

Aliás, é bom lembrar que, segundo o dicionário, o verbo voar é intransitivo. Na gramática significa que não precisa de complemento; na subjetividade, significa ter vida própria, sinônimo de liberdade. Ainda, no mundo conotativo, ter pretensões, desejos, quimeras! Então, bonitos e bonitas, voem! A vida é única!

Luana Iensen Gonçalves
Professora e Jornalista

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Cuido de mim, logo existo.


Se compararmos a qualidade de vidas de nossos avós com a que é buscada hoje, é possível perceber que muitas mudanças ocorreram: não basta um bom emprego, é preciso o melhor salário; não basta uma alimentação saudável, é preciso ser “o fitness” de curtidas online. Nesse contexto, em busca da mediania proposta por Aristóteles, a sociedade visa a um equilíbrio entre as imposições sociais e os desejos pessoais em busca de uma qualidade vida.
Primeiramente, é perceptível que em meio à era tecnológica atual, ao mesmo que tempo que existem produtos e aparelhos “mágicos” para o emagrecimento, muitas facilidades desta área tornaram a população sedentária. Prova disso, é que o Brasil é um país com 60% de seus indivíduos acima do peso. Para reverter a situação, a mídia cria diversas campanhas para influenciar as pessoas a mudarem seus hábitos alimentares e físicos. Desde dados sobre as consequências desse mal, até ícones populares que já possuem uma qualidade de vida “exemplar”.
Além da imposição social midiática, a busca por uma qualidade vida, equilíbrio entre saúde e vida financeira, é também um desejo pessoal, segundo dados de uma pesquisa sobre felicidade. Nesta, evidencia-se que o Brasil está entre os 15 países mais felizes do mundo e que o povo brasileiro se autodefine feliz por aproveitar os bons momentos da vida. Tal atitude mostra que existe a tentativa que melhorar o padrão social de vida a partir de uma boa colocação de trabalho ao mesmo tempo em que se busca a aproveitar os momentos de lazer.

A busca desse meio termo, portanto, corrobora com a ideia de sermos essencialmente seres sociais (Aristóteles) e por isso a busca de uma qualidade de vida  entre as influências sociais e pessoais. Para que se siga tal caminho, é evidente que a mídia pode explorar “modelos” diferenciados e não apenas o dito “padrão como modelo”. Ainda, cada pessoa deve ser estimulada a se autoconhecer, desde exercícios de meditação até a atividades no meio escolar.

Luana Iensen Gonçalves

domingo, 6 de agosto de 2017

Até logo


Minha mãe sempre teve paixão por cabelos longos e arrumados. Sempre brinco que na infância eu parecia uma japinha de tanto que ela puxava meu cabelo. Até hoje brinco sobre isso dizendo que assim que eu tiver condições de gastos supérfluos irei colocar aplique nela para sentir a pressão de ter uma cabeleira. Pois bem, só aos 11 anos passei a tesoura pela primeira os cachos. Tudo escondido e com a ajuda da minha vó materna. Foi ela quem me deu o dinheiro e marcou o horário. Para minha disse que teria uma aula de educação física extra e chegaria mais tarde em casa. E assim o comprimento do meu cabelo passou do bumbum para a nuca (radical desde sempre)
Deve ser por estórias como essas e muitas outras que muito se escuta por aí: “os pais educam e os avós estragam”. Quer saber? Que bom que a minha vó me estragou. Pois foi com ela que aprendi o valor do suor do trabalho, foi com ela que aprendi a sempre dizer o quanto amamos as pessoas e gostamos de estar com elas, já que nunca sabemos o que reserva o amanhã. Foi com ela que conheci o mar pela primeira vez, foi com ela que aprendi a gostar de festas e a viajar. Foi com ela que aprendi a rir com os olhos e que a vida fica mais leve quando fazemos o que gostamos. Foi com ela que aprendi que não vale a pena se apegar a bens materiais, que as coisas estragam e as trocamos. Foi com ela que aprendi que uma roupa nova ou um presente ganho não deve ser guardado para uma ocasião especial, porque todo dia que acordamos vivos e dispostos é um dia especial.

Obrigada por ter sido tão especial pra mim. Por sido minha vó e minha mãe. Por termos morado um tempo juntas, por me deixado cuidar de você, por termos passado tantos dias felizes, por ter “acobertado” loucuras minhas de adolescente, por sempre me estender a mão, por ter me dado uma mãe e uma tia que são luzes do meu caminho.
Não tenho nem um pouco de pressa em eu ser mãe, mas quando for, que eu possa ser uma vó como foi pra mim.
Amo você, meu anjo.


Luana Iensen Gonçaves

quarta-feira, 15 de março de 2017

Estrutura das palavras

MORFOLOGIA


Parte da gramática destinada a estudar a estrutura da palavra (seus morfemas) e os processos de formação de palavras em língua portuguesa.

ESTRUTURA DAS PALAVRAS



Elementos Mórficos:

1.Radical: é a parte mínima da palavra que contém o significado básico dessa.


* Família etimológica = conj. de palavras cognatas, isto é, com o mesmo radical.

 
2.Vogal Temática: aparece logo após o radical para especificar a que conjugação pertence o vocábulo.
               1ª conjugação: Ar            cantAR               cantAmos
              2ª conjugação: Er             corrER                corrErias
               3ª conjugação: Ir              partIR                 partIsses


* Vogal Temática Nominal: é a vogal átona final de um nome (a,e,o). Ex.: cadeira, ponte, vento.
Quando um nome termina por consoante ou vogal tônica, não apresenta vogal temática. São palavras atemáticas. Ex.: bar, sol, você, urubu

***VTN (vogal temática nominal)     ≠      DG (desinência de gênero)
EX: livro – livra                                         gato – gata
                                                         
                                                VT                                   DG (existem os dois gêneros)

 3.Tema: é a junção do radical com a vogal temática. Se não existir a vogal temática, o tema e o radical serão o mesmo elemento; o mesmo acontecerá, quando o radical for terminado em vogal. Por exemplo, em se tratando de verbo, o tema sempre será a soma do radical com a vogal temática - estuda, come, parti; em se tratando de substantivos e adjetivos, nem sempre isso acontecerá.
              Vejamos alguns exemplos: No substantivo pasta, past é o radical, a, a vogal temática, e pasta o tema; já na palavra leal, o radical e o tema são o mesmo elemento - leal, pois não há vogal temática; e na palavra tatu também, mas agora, porque o radical é terminado pela vogal temática.

4. Desinências: são elementos terminais indicativos das flexões das palavras. Modificamos os verbos, conjugando-os; modificamos os substantivos e os adjetivos em gênero e número. Existem dois tipos de desinências:

Desinências verbais: indicam as flexões de número e pessoa, de modo e tempo dos verbos.
                             Ex.:  c a n t   a   r a   s           desinência número-pessoal (DNP)

                        Rad.    VT          desinência modo-temporal (DMT)

Modo-temporais = indicam o tempo e o modo. São quatro as desinências modo-temporais:
-va- e -ia-, para o Pretérito Imperfeito do Indicativo = estudava, vendia, partia.
-ra-, para o Pretérito Mais-que-perfeito do Indicativo = estudara, vendera, partira.
-ria-, para o Futuro do Pretérito do Indicativo = estudaria, venderia, partiria.
-sse-, para o Pretérito Imperfeito do Subjuntivo = estudasse, vendesse, partisse.

Número-pessoais = indicam a pessoa e o número. São três os grupos das desinências número-pessoais.
Grupo I: i, ste, u, mos, stes, ram, para o Pretérito Perfeito do Indicativo = eu cantei, tu cantaste,
ele cantou, nós cantamos, vós cantastes, eles cantaram.
Grupo II: -, es, -, mos, des, em, para o Infinitivo Pessoal e para o Futuro do Subjuntivo = Era para eu cantar, tu cantares, ele cantar, nós cantarmos, vós cantardes, eles cantarem. Quando eu puser, tu puseres, ele puser, nós pusermos, vós puserdes, eles puserem.
Grupo III: -, s, -, mos, is, m, para todos os outros tempos = eu canto, tu cantas, ele canta, nós cantamos, vós cantais, eles cantam.

Desinências nominais: indicam gênero (fem./masc.) e o número (sing./pl) dos nomes.

                             Ex.: m e n i n a s      desinência de número
      
                               desinência de gênero
              
de gênero = indica o gênero da palavra. A palavra terá desinência nominal de gênero, quando houver a oposição masculino - feminino. Por exemplo: cabeleireiro - cabeleireira. A vogal a será desinência nominal de gênero sempre que indicar o feminino de uma palavra, mesmo que o masculino não seja terminado em o. Por exemplo: crua, ela, traidora.

de número = indica o plural da palavra. É a letra s, somente quando indicar o plural da palavra. Por
exemplo: cadeiras, pedras, águas.

5.Afixos: são elementos que se juntam ao radical para formar novas palavras.
* Prefixo: elemento colocado antes do radical. Ex.: infeliz, desleal.
* Sufixo: elemento colocado depois do radical. Ex.: felizmente, lealdade

6.Vogal e Consoante de Ligação: se inserem entre os elementos mórficos, na maioria das vezes, para facilitar a pronúncia das palavras.
    Ex.: gás + Ô + metro = gasômetro                         café + Z +al = cafezal


Revisão SIS II - Questões