sexta-feira, 29 de março de 2013


“VIVER A PÁSCOA...
É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte."
Desejo a você uma excelente PÁSCOA.
Que além de muitos ovos de chocolate, você possa também renascer e renovar!

sábado, 16 de março de 2013

Poesia nas ruas


Excelente iniciativa de comemorar o dia da Poesia em Santa Maria: poetizar os postes em lugares públicos para que todos, que se permitem, adoçarem essa sábado cinzento.


Caminhando pela rua
Distraída,
Pensando não sei no que
Parei.
Um minuto
Uma leitura
Um sorriso
Um poema para adoçar o dia,
E depois outro,
Outro.
Um centro urbano
E também poético,
Enfim um caminho
Para a felicidade do lado de fora das lojas.

Luana Iensen Gonçalves


sexta-feira, 15 de março de 2013

10 anos do Curso de Jornalismo - UNIFRA


Nesta sexta, 15 de março, um evento foi realizado para comemorar os dez anos de funcionamento do curso de Jornalismo da UNIFRA, às 19h, no Salão de Atos do prédio 13, no conjunto III. Os participantes receberam edição comemorativa do jornal experimental ABRA e a Revista plural, escrita pelos alunos do quarto semestre.
Em sua fala, Iraní Rupolo, reitora do Centro Universitário Franciscano (Unifra), reforçou o sucesso e evolução do curso ao logo desses anos. “A formação do jornalismo é torná-los pessoas capacitadas para fazer escolhas”, argumentou.
A noite ainda contou com a exibição de um vídeo sobre a história do curso e aula inaugural com a jornalista Priscila Barreto sobre Jornalismo Empreendedor. Entre outras observações, Priscila salientou a importância e função do assessor de imprensa, “profissionalizar e manter o relacionamento das organizações”.
A coordenação informou que na próxima semana será divulgado o Prêmio de Jornalismo, suas regras e categorias. O prêmio será para estudantes de cursos de Jornalismo.

domingo, 3 de março de 2013

Alternativa Pré-vestibular: turma 2013

Qualidade de ensino e oportunidade para passar no vestibular? Inscreva-se no Pré-Vestibular Popular Alternativa!
Não perca a data! Veja o quadro abaixo:

Edital disponível no link: http://www.ufsm.br/pre/


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pessoas Gramaticais


Pessoas Gramaticais

Por Cristine Costa e Luana Iensen
Professoras de Língua Portuguesa do Alternativa Pré-Vestibular

Na crônica intitulada “Classes gramaticais”, de J. Bicca Larré, publicada no jornal Diário de Santa Maria, o cronista ao falar sobre o ser humano, o compara com as classes gramaticais da língua portuguesa “as pessoas se dividem em categorias distintas: os otimistas, os pessimistas e os fatalistas. Ao sabor da percepção dos nossos cinco sentidos, distribuímo-nos como substantivos, adjetivos, interjeições, verbos e conetivos de subordinação e coordenação”. Isso nos faz refletir o quanto nossa língua perpassa todas as áreas do conhecimento e a nós mesmos, pois as “palavras são como os signos do zodíaco do dia a dia de cada um”.
Alguns de nós, sonhadores e caracterizadores do viver, somos adjetivos, enfeitamos o modo de ver a vida. Outros, “por pragmatismo e acentuada dose de materialismo, são criaturas absolutamente substantivas”, ligados pelo concretismo da vida, salvo, os abstratos, que dependem de outro ser para existirem.
Temos também, correndo por aí, as pessoas verbos, caracterizadas “pela ação, pela energia de realizar, pelo atropelo da pressa”. Essas fazem o mundo girar e as demais classes se encontrarem. Afinal, todo substantivo espera seu adjetivo, o encontro da alma gêmea.
 Diante disso, acreditamos na força das pessoas adjetivas, pois são pessoas sábias com experiência de vida. São essas pessoas que caracterizam e enfeitam as pessoas substantivas. No entanto, acreditamos também nas pessoas verbais de ação, pessoas que lutam todos os dias e não temem as adversidades da vida. Essas pessoas são o nosso povo brasileiro, que apesar de tanta injustiça, não desanimam, seguem sempre em frente, com a esperança e fé em Deus de um futuro melhor.
Assim, nós, professores, tentamos ser verbos e conetivos coordenados na busca da troca de conhecimentos com os alunos. Por quê? Por que queremos cidadãos gramaticais na sociedade, que unidos com as ideias matemáticas, físicas, históricas, etc. façam a construção de novos elos linguísticos pessoais.
 Diante desse contexto, com relação ao momento em que estamos vivendo, é importante conseguirmos ser um pouco de cada classe gramatical, precisamos ser, por exemplo, conetivos de subordinação, porque precisamos do outro, assim como a segunda oração precisa da primeira para ter sentido. Assim, para vocês entenderem melhor este comentário, eis a crônica na íntegra. Boa leitura! 

Classes gramaticais
J. Bicca Larré
Afirmam os gramáticos da religiosidade, que Deus criou o mundo através do Verbo. De fato, todos nós vivemos pelas palavras. Cada um tem a sua classe gramatical como um horóscopo do seu temperamento. As palavras são como os signos desse zodíaco do dia a dia de cada um. Pretendo exemplificar melhor.
As pessoas se dividem em categorias distintas: os otimistas, os pessimistas e os fatalistas. Ao sabor da percepção dos nossos cinco sentidos, distribuímo-nos como substantivos, adjetivos, interjeições, verbos e conetivos de subordinação e de coordenação.
Uns, como eu, por sonhadores e perseguidores da beleza, somos nitidamente partidários dos adjetivos. São eles que enfeitam os substantivos. Não imagino o que seria dos nossos pensamentos e das nossas expressões, não fossem os atavios da adjetivação.
Outros, por pragmatismo e acentuada dose de materialismo, são criaturas absolutamente substantivas. Exceção seja feita aos abstratos. Os concretos sentem a vida na crueza das coisas. Praticam o que a expressão “pão-pão, queijo-queijo” define bem. Não voam pelas brancas nuvens dos sonhos.
Há os que são verbos, caracterizados pela ação, pela energia de realizar, pelo atropelo da pressa. Eu mesmo, quando bem mais moço e mais necessitado, fui um verbal reconhecido. Depois de me estabilizar na vida, tornei-me adjetivo.
Existem, também, os seres conetivos. Uns, os mais subordinados, são subalternos e dependentes gramaticais das sociedades. Outros são coordenativos. São os agentes sociais, os comunicadores, os advogados, os elos das ligações interpessoais.
Apenas os políticos são desclassificados. Pontuados de reticências, de temerárias exclamações e de certezas imediatistas. E as certezas são as maiores inimigas da verdade, como profligava Nietzsche.
São as interjeições, entretanto, as mais emocionadas criaturas. “Hummm...!” é a fala do gosto. “Macia...!” é a expressão do tato. A visão exclama: “que coisa linda!”. O olfato é todo prazer para os otimistas: “que cheiroso!”. E todo cheio de repulsa para os pessimistas: “que fedor!”. Já a audição é feita de dúvidas: “como?”, “hein?”, “o quê?”, “oi!”, “alô”.
As palavras, enfim, são criaturas vivas e aladas. Têm alma e sentimentos, como as pessoas. São fugazes, às vezes. São ferinas, noutras. São amáveis, nem sempre. São como são as criaturas. Não somos nós que fazemos as palavras. Elas é que nos fazem.




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

“Se”


“Se”
Ontem o time reserva gremista jogou pelo Gauchão e teve um espetacular resultado: 5 x 1, um chocolate. Hoje, no jogo pela Copa Libertadores, o time titular. O mínimo que a torcida esperava era uma vitória espetacular, mesmo que de 1 x 0.
Mas, o Grêmio teve problemas além das quatro linhas, além da chuva, foi um problema gramatical. Sim, gramatical. Acompanhei o jogo com alguns vizinhos e o que mais escutei foi “se”.
Essa bendita partícula. “Se tivesse passado a bola”, “se tivesse jogado direto ao gol”, “se tivesse defendido”, “se tivesse torçado o jogador”, “se o juiz não roubasse”. Partícula que nesses comentários funcionou como conjunção condicional. “SE”... Evidenciando as condições para a vitória que não ocorreu...
Foi a noite do “se”. “Se tivesse vencido”.
Que na próxima aula, o Grêmio já tenha aprendido essa lição.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Aprovação


Aprovação
- Conseguiii!!!
Essa vibração, esse jeito ecoa todo ano com a lista de aprovados nos vestibulares. Mas, a cena é sempre diferente. Paradoxal? Talvez não, afinal, “nunca se entra no mesmo rio duas vezes”.
O igual é sempre diferente porque são pessoas diferentes, jovens ou não que estudam há um ano ou mais, que se abnegam de festas, amigos, encontros familiares, viagens... Estudo, estudo e estudo para compor o caminho da aprovação. Queridos, esse oi só o início, muito estudo ainda irá, mas isso é assunto para outro texto.
O que importa agora é colocar para fora as emoções. Chorar. Cantar. Gritar. Espernear. Jogar farinha no outro. Pintar-se. Esse momento é único. Aproveitem bixos. Se existe uma hora de fazer festa é agora. Pense no vestibular como um jogo: a aprovação foi o primeiro tempo, depois, é o segundo, o momento de refletir, se recompor e encarar esse novo desafio: o ensino universitário.
Aos que não alcançaram a aprovação, não podem desanimar. É necessário aceitar a realidade e traçar as estratégias de preparação para o próximo concurso, mexendo no time, deixando a tristeza fora de campo.
Lembrem-se:
“’Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!”


Revisão SIS II - Questões